Sobre o estoque da dívida pública brasileira

Por Fernando Machado* Em primeiro lugar, é preciso apontar uma importante divergência com aqueles que acreditam que o crescimento do estoque da dívida pública não é um problema. Quem assim procede não vê relação entre o crescimento do estoque da dívida pública e o crescimento da concentração de renda, ainda que ambos sejam traços característicos [...]


Dívida Pública: as confusões perenes da esquerda

Por Jean Peres* A temática da Dívida Pública Brasileira não pode se resumir a um mero assunto contábil ou discussão macroeconômica, método dominante nas práticas da esquerda. Tratá-la desse modo é a camisa de força que aprisiona a esquerda há décadas em um círculo vicioso de propostas de pouco impacto, reforçando mutuamente a baixa capacidade [...]



Tese ao 6º Congresso do PSOL

O Coletivo Primeiro de Maio apresenta sua tese ao 6o Congresso Nacional do PSOL, que vai acontecer em dezembro de 2017. Para ser apresentada ao Congresso, a tese precisa contar com a adesão de pelo menos 400 militantes filiados ao PSOL, até 23 de julho. Assim que for concluída essa etapa, divulgaremos aqui. Tese em [...]


Tese para o 5° Congresso do PSOL 3

O Coletivo Primeiro de Maio apresenta sua tese ao 5o Congresso Nacional do PSOL, que vai acontecer no Distrito Federal nos dias 04 a 06/dezembro/2015. Para ser apresentada ao Congresso, a tese precisa contar com a adesão de pelo menos 400 militantes filiados ao PSOL, até 31/julho. Assim que for concluida essa etapa, divulgaremos aqui [...]


tese mulheres

Tese das Mulheres do Coletivo 1º de Maio ao III Encontro Nacional de Mulheres do PSOL

O grito das ruas também vem das mulheres! Milhões de mulheres e homens vêm participando de mobilizações populares por todo o Brasil. Desde Junho de 2013, a insatisfação tem voz presente nas ruas de nosso país e, apesar de toda a repressão por parte dos governos e tentativa de desmobilização, as manifestações persistem e inúmeras [...]


50 anos do golpe civil militar no Brasil.

Há 50 anos acontecia o golpe civil militar de 1964.

Por conta desse regime nefasto, milhares de pessoas foram presas, torturadas e estupradas porque ousaram levantar sua voz. Centenas foram brutalmente assassinadas pelo governo e outra centena está “desaparecida” até hoje. Em 21 anos o Brasil ficou mais desigual, a concentração de renda aumentou e os apoiadores enriqueceram as custas de roubos das riquezas do povo brasileiro.

Ainda hoje muitos dos que participaram e apoiaram o golpe estão no poder. São políticos, empresários, latifundiários. A extrema violência que marcou o golpe ainda é vista nas ações da polícia militar e não são raros os casos de abusos de poder.

A presença de apoiadores do regime em todos os governos após 1985 não efetivam uma verdadeira democracia. A repressão aos movimentos sociais e ao povo trabalhador instaladas em 1964 ainda existe, prisões arbitrárias, torturas, desaparecimentos assassinatos parte de agentes do Estado contra trabalhadores pobres, negros, mulheres, indígenas e militantes que ousam levantar a voz por seus direitos.

Hoje lembramos todos os que lutaram e os que continuam lutando por uma sociedade mais justa e igualitária!



Sobre as manifestações contra a copa e a reação governista

por Felipe Corneau Onde realmente mora o risco de “golpe da direita”, nas ruas ou nos palácios? A burguesia conservava a França resfolegando de pavor ante os futuros terrores da anarquia vermelha; (…) A burguesia fez a apoteose da espada; a espada a domina. Destruiu a imprensa revolucionária; sua própria imprensa foi destruída. Colocou as [...]

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As armas do Manifesto – breves considerações sobre práxis e revolução

Denise Vazquez Manfio João Paulo de Toledo Camargo Hadler Na conjuntura atual, nós, socialistas, militamos em diversos movimentos sociais, cujas realidades tão diferentes parecem, por vezes, distanciar-se umas das outras, tanto na prática quanto no referencial teórico político. É certo que nossa referência teórica se encontra principalmente em Marx, mas não raro temos dificuldades em [...]